O meu topo de bolo

Olá meninas!

Sei que andei MUITO sumidinha, mas eu volteeeei e agora é pra ficar porque aqui é meu lugar! E estou preparando um post COMPLETÍSSIMO a respeito do MEU GRANDE DIA (aconteceu dia 12/11)! E também nele explicarei e justificarei o motivo da minha looonga ausência no nosso tão querido blog!

Enquanto isso, deixo para vocês a imagem do meu topo de bolo lindinho (da Wedding Collectibles)!

Dá para perceber que sou clássica né? Na verdade eu quis dar uma fugida dos noivinhos de biscuit, mas ao mesmo tempo queria algo mais divertido que os tradicionais.

Para quem gostou, aqui vai o link para comprá-lo! Ah, e só uma dica: por ele ser produto importado, é bom que o encomende com uma certa antecedência, pois o meu demorou quase um mês para chegar. Mas dá para confiar TOTALMENTE, pois chegou direitinho e até mais bonitinho que na foto!

Um grande beijo e até o próximo post!

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A Marcha Nupcial

Se tem uma coisa que 99% das mocinhas casadoiras SONHAM é em ouvir a marcha nupcial tocando lindamente na igreja só aguardando para que ela entre pomposa em seu vestido branco. Só de escutá-la a gente logo a reconhece e se arrepia.

Mas você conhece a história da marcha nupcial? Sabia que são duas as marchas nupciais mais conhecidas? Vamos saber um pouco mais sobre elas, e sobre quem nos presenteou com essas obras tão lindas?

 Conhecendo as marchas nupciais 

Há duas marchas nupciais populares, que são a de Mendelssohn (Felix Mendelssohn), da suíte de Sonho de uma Noite de Verão, e a de Wagner (Wilhelm Richard Wagner), do coro nupcial da ópera Lohengrin (uma ópera romântica em três atos, cuja história foi retirada de uma novela germânica medieval). Essas são as duas músicas mais lembradas quando se fala em casamento, e elas geralmente são tocadas na entrada da noiva.

Sobre Felix Mendelssohn

Jakob Ludwig Felix Mendelssohn Bartholdy nasceu em Hamburgo, Alemanha, em 3 de fevereiro de 1809 e faleceu na Lípsia, em 4 de novembro de 1847. Foi um compositor, pianista e maestro do início do período romântico. Uma das suas mais conhecidas obras é a suíte Sonho de uma Noite de Verão (que inclui a famosa marcha nupcial).

Sobre a obra “Sonho de uma Noite de Verão”

Sonho de uma Noite de Verão (em alemão: Ein Sommernachtstraum) é uma obra musical escrita pelo compositor Felix Mendelssohn, tendo por base a peça de teatro do mesmo nome escrita por William Shakespeare. Mendelssohn compôs esta obra em diferentes momentos da sua vida. Entre 8 de julho e 6 de agosto de 1826, quando a sua carreira estava no início, compôs uma abertura de concerto. Em 1842, poucos anos antes da sua morte, escreveu música incidental para uma produção da obra de teatro, na qual incorporou a abertura existente. A música incidental inclui a famosa Marcha nupcial.

 Essa é a  Marcha Nupcial de Mendelssohn:

 

A partitura da Marcha Nupcial de Mendelssohn

 

 Sobre Wilhelm Richard Wagner

Wilhelm Richard Wagner nasceu em Leipzig em 22 de maio de 1813 e faleceu em Veneza, Itália, em 13 de fevereiro de 1883. Foi um compositor, maestro, teórico musical, ensaista e poeta alemão, considerado um dos expoentes do romantismo e dos mais influentes compositores de música erudita já vistos. Wagner foi responsável por inúmeras inovações para a música, tanto em termos de composição quanto em termos de orquestração. Como compositor de óperas, criou um novo estilo, grandioso, cuja influência sobre a música da época e posterior foi forte. Como poeta, escreveu o libreto de todas as suas óperas. Sua estréia aconteceu em Weimar, Alemanha, em 28 de agosto de 1850, sob direção de Franz Liszt, amigo próximo de Wagner

E essa é a Marcha Nupcial de Wagner: 

A partitura da Marcha Nupcial de Wagner

 No Brasil a mais tocada atualmente é, sem dúvida, é a Marcha de Mendelssohn, mas devemos admitir que ambas são lindas. E eu já estou mais do que na dúvida de qual delas escolher para a minha entrada triunfal.

Fontes: Wikipédia

Superdownloads (Felix Mendelssohn)

Superdownloads (Wagner)

Cantorion

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Música para a cerimônia

Uma coisa todos concordam: casamento é sempre um acontecimento muito emocionante. E as músicas da cerimônia são fortes aliadas e nos fazem emocionar ainda mais.

É muito difícil para o casal escolher as músicas para a cerimônia, pois são muitas as opções e todas são muito lindas. E uma das coisas que se deve levar em consideração é aquilo que a música diz. A letra da múscia deve estar de acordo com o momento, que é a celebração do amor!

Para dar AQUELA forcinha para quem está nessa dúvida cruel, hoje vou postar o vídeo e a tradução da letra de uma das muitas músicas utilizadas em cerimônias de casamento: Perhaps Love, interpretada por John Denver e Plácido Domingo. Ela é usada geralmente na entrada do noivo, dos padrinhos ou na hora dos cumprimentos.

Perhaps love – Talvez o Amor
John Denver & Placido Domingo

Talvez o amor seja como um local de descanso,
um abrigo da tempestade
Ele existe para te oferecer conforto,
Ele está lá para te manter aquecido
E naqueles tempos de dificuldade
Quando você está na maior parte sozinho,
A lembrança do amor vai te trazer para casa

Talvez o amor seja como uma janela,
Talvez uma porta aberta,
Ele te convida para chegar mais perto,
Ele quer te mostrar mais
E mesmo se você perder a si mesmo e não souber o que fazer,
A lembrança do amor vai te acompanhar

O amor para alguns é como uma nuvem,
Para alguns tão forte como o aço
Para alguns um modo de vida,
para alguns um modo de sentir.
E alguns dizem que o amor está persistindo
E alguns dizem que está desistindo
E alguns dizem que o amor é tudo
E alguns dizem que não sabem…

Talvez o amor seja como o oceano,
Repleto de conflito, repleto de dor
Como uma chama quando está frio lá fora,
Um trovão quando chove.
Se eu viver eternamente
E todos os meus sonhos tornarem-se realidade,
Minhas lembranças do amor serão sobre você…

Ps: meu amado ADORA essa música…né lindinho? 😉

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Já pensou em entrar dançando na igreja?

É isso mesmo: DANÇANDO!

Para alguns mais tradicionalistas, essa pode parecer uma idéia assaz ousada, mas uma coisa não dá para negar: que é muito divertido, isso é!

Ah, se eu tivesse coragem o suficiente…

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O vestido perfeito – A saga! PARTE II

Fui até lá com certo friozinho no estômago – acho que estava pressentindo o que estava por vir – e fui bem recebida pela Paula (a vendedora) com um lindo sorriso no rosto e muita boa vontade.

 Já que cheguei, abri o jogo e fui muito sincera em relação às minhas expectativas e minhas condições. Joguei bem claro o que eu podia pagar, e pedi que só me mostrasse os vestidos que se encaixassem naquele valor. Ela foi muito atenciosa e receptiva, e logo que começou a mostrar os modelos, já me encantei e tive a certeza de que estava no lugar certo! Os vestidos eram exatamente o que havia procurado todo esse tempo! Mas quando ela me mostrou AQUELE, ali naquele momento tive a certeza de que era ELE! Lindo, lindo, e até mais do que eu havia imaginado! Quando provei, ele ficou PERFEITO – parecia que havia sido feito para MIM! Eu vestida com aquele vestido tão lindo escutei o tão esperado “sininho” – eu e a Carol dizíamos que ouviríamos sininhos tocando quando encontrássemos o vestido perfeito – e nesse dia, minha querida amiga não pôde ir comigo, pois ela havia ido a uma loja em Capivari.

 Enfim, chegou a hora de negociar. O frio na barriga aumentou razoavelmente, pois eu havia AMADO e ficaria frustrada se o vestido estivesse com um valor acima das minhas possibilidades. Ela passou o valor, e a partir daí foi aquela “choradeira” para dar aquele descontinho providencial. Por fim, chegamos a um acordo, e confesso que fiquei muito contente, pois consegui incluir até os vestidos das minhas daminhas no preço (uma das daminhas será nossa linda filha Beatriz, que terá 3 aninhos quando nos casarmos). Mais do que na hora fechei o negócio, pois tinha a certeza de que era aquele vestido, e naquele momento não precisava da opinião de mais ninguém.

 Saí de lá com uma vontade INCONTROLÁVEL de gritar, fui cantando freneticamente e chorando de alegria no carro. Foi um sentimento delicioso e indescritível! Naquele dia, eu ligava de 1 em 1 hora pro meu noivo e só falava para ele: “Ai, Rê meu vestido é tããão lindo”. Ele ria e achava a maior graça.

 Enfim, depois disso liguei para a Carol e falei para ela que ela DEVERIA ir àquela loja, porque eu tinha certeza que ela também “escutaria o sininho”. Dito e feito: uma semana depois, ela foi até lá e se apaixonou pelo dela também! Ainda deu tempo de eu ir com ela para dar um pitaco uma força, e até tiramos fotos juntas com os nossos respectivos vestidos!

 Bom, agora o que resta a mim é esperar pela data da primeira prova para vê-lo de novo, e a vocês resta a curiosidade (menina malvada, eu?).

 Um beijo enorme, e que 2011 seja o ano das realizações a todas nós!!!

 Ps: Ah, e se alguém quiser saber de qual loja estou falando, deixe um comentário que terei o maior prazer em indicar.

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O vestido perfeito – A saga! PARTE I

Olá leitoras queridas do meu coração! Sei que ando SUPER sumida aqui do blog, mas tenho bons motivos e BOAS NOVAS. Eu estava na nobre missão: “À procura do vestido perfeito!”.

E para contar detalhadamente a “saga”, vou dividir este MEGA post em 2 partes, para que não fique cansativo demais e também para deixar vocês um pouquinho curiosas. Então, senta que lá vem a história!

Eu e a Carol (minha amiga linda que vai se casar em outubro – um mês antes de mim) andamos por MUITAS lojas aqui de Americana. Ela incansável, até para Capivari foi. E aqui vou colocar um desabafo do fundo do coração: apesar desse ramo de casamentos estar crescendo muito em nossa região, estamos precisando de profissionais mais modernos e com cabeça mais aberta às novidades, pois percebemos uma carência de lojas com coisas novas, modernas e diferentes. TODAS as lojas que íamos eram as mesmas coisas: aqueles vestidos já “manjados”, cheio de bordados do tempo da minha avó e até amarelados. Ah gente, aí não dá né?

A minha primeira visita foi algo DECEPCIONANTE. Um FULANINHO que se acha o “Ronaldo Esper de Americana” foi SUPER ARROGANTE, e nem sequer deu as caras para nos atender (ele simplesmente mandou uma costureira avisar que não alugaria um vestido para nós com um ano de antecedência). Já a segunda visita foi um outro extremo: vestidos em péssimas condições e alguns até jogados pelo chão e a vendedora tinha duas sobrancelhas que causariam inveja à Malu Mader.

Enfim, depois disso as lojas que visitamos eram um pouco melhores, mas mesmo assim não era nada daquilo que esperávamos e queríamos ver.

Até que enfim, em uma dessas lojas (confesso que não esperava muito desta em questão), nos surpreendemos: vestidos lindos, bem conservados, muito bem bordados, um atendimento super legal, e um preço que cabia no bolso! Provamos vários e nos encantamos com alguns. Saí de lá com muita vontade de fechar, mas resolvi ir para casa, refrescar a cuca e pensar bem. Passei a semana todinha pensando no tal vestido (ele realmente havia ficado lindo em mim), mas eu não tinha aquela sensação de “é esse!”, sabe? Mas como já havíamos percorrido por quase todas as lojas da cidade (e de algumas cidades vizinhas também), eu já estava achando que não encontraria nada melhor que aquilo.

Mas foi aí que tive a brilhante idéia de dar uma última olhadinha em uma loja que é muito linda, mas cujos vestidos não são lá tão baratos. Mas o que me vinha à cabeça é que não tinha nada a perder em dar uma procurada a mais.

(Continua…)

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Qual a diferença entre o tecido de renda nacional e tecido de renda francesa?

Essa pergunta foi enviada pela Adriana Hiratsuka.

Bom Adriana, primeiramente vamos começar entendendo mais o que é a renda:

Renda é um tecido transparente de malha aberta, fina e delicada, que forma desenhos variados com entrelaçamentos de fios de linho, seda, algodão ou até mesmo de ouro, que podem ser feitos à mão ou à máquina. E  Ao contrário do que muitos dizem, renda não é bordado, pois os desenhos da renda são tramados com seus próprios fios, enquanto o bordado é apenas um detalhe feito sobre o pano. As técnicas mais comuns para se tramar a renda são de bilros e a de agulha .

A renda de bilros é criada pela manipulação de numerosos fios, e o seu desenho é executado sobre uma almofada. Já a de agulha, é uma evolução do bordado, e é confeccionada entrelaçando-se os fios com uma agulha e formando um desenho já preestabelecido.

A RENDA DE BILROS

Não existem registros suficientes sobre a origem da renda de bilros. Sabe-se que povos muito antigos usavam tecidos cujo aspecto se assemelhava à renda e presume-se que eram elaborados de forma semelhante à renda que usamos atualmente. Admite-se que os Fenícios podem ter sido agentes divulgadores das rendas, através das suas trocas comerciais. Já outra versão afirma que a arte pode ter tido início no norte da Europa, em meados do século XVIII.

No Brasil a renda de bilros foi trazida pelos portugueses e durante muito tempo foi a ocupação de freiras nos conventos. Elas teciam alfaias para os altares das igrejas. E atualmente a renda de bilro é feita por mulheres de pescadores em geral. Esse fator é associado à chegada das rendas pelos litorais.

Agora respondendo à pergunta da Adriana: há alguns anos atrás, a renda francesa era a grande “queridinha” das mulheres de alto poder aquisitivo, por ela ser mais macia, fina e delicada, pois era tecida com materiais de qualidade superior (geralmente algodão ou seda), enquanto a maioria das nacionais continham mais poliéster em sua composição, o que a deixava mais rústica, áspera e dura.  Mas hoje em dia, existem rendas nacionais de excelente qualidade e muito bonitas, mas com a grande vantagem de serem no geral, bem mais baratas que as importadas.

Portanto caso você noivinha, sonhe em ter um vestido todo em renda francesa, prepare-se para desembolsar uma quantia não muito razoável. Caso contrário, dá sim para confeccionar um belo vestido com renda nacional sem perder na qualidade e gastando bem menos. Basta saber pesquisar e escolher entre a inúmera variedade de renda que existe hoje no mercado.

Fontes:

Rendas da Rosa

Chic

Fashion Bubbles

Wikipédia

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